
O Fundo Soberano de Angola
O Fundo Soberano de Angola, abreviadamente nomeado por Fundo ou FSDEA, é uma instituição pública colectiva com personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e patrimonial, criada ao abrigo do Decreto Presidencial nº 48/11, de 09 de Março.
O FSDEA é uma instituição especializada em investimentos estratégicos, seja em mercados financeiros ou em ativos alternativos, que incumbe a constituição de um mecanismo sustentável que garanta a maximização dos retornos a longo prazo, a preservação do capital e o apoio ao crescimento socioeconómico sustentável de Angola, através da realização de investimentos em setores estratégicos, em Angola ou no estrangeiro, com vista à maximização do capital e à transferência geracional de riqueza.
Visão
Promover o desenvolvimento socioeconómico do povo angolano através da geração de novas fontes de rendimento para o Estado.
missão
Gerar rendimentos financeiros sustentáveis de curto, médio e longo prazos, que beneficiem a economia e a indústria nacional, através da gestão eficiente de um portfólio diversificado de investimentos.
Como
funciona o
FSDEA
1

Dotação recebida das receitas do Petróleo
2

Investimentos para gerar retorno a longo prazo
3

Geração de riqueza para os angolanos
Principais Marcos
Princípios de Santiago
O Fundo Soberano de Angola rege-se pelos Princípios de Santiago, um conjunto voluntário de práticas e valores desenvolvido pelo International Working Group of Sovereign Wealth Funds (Grupo Internacional de Trabalho de Fundos Soberanos de Riqueza).
Os Princípios de Santiago pretendem promover a transparência em relação a quadros institucionais, governação e funcionamento destes Fundos, conduzindo a um ambiente de investimento mais aberto e estável.
1
Ajudar a manter um sistema financeiro estável a nível global e um fluxo livre do capital e do investimento;
2
Cumprir com todas as exigências regulamentares e em matéria de informações nos países onde se investe;
3
Investir com base nos riscos económicos e financeiros e nos aspectos relacionados com os rendimentos;
4
Manter em vigor uma estrutura de governação sólida e transparente que prevê controles operacionais adequados, gestão de riscos e prestação de contas.



